quinta-feira, 22 de março de 2012

Novos rumos.


Todo dia desperto, e tenho despertado em vários aspectos.
Meu intelecto anda a desabrochar, meus olhos abertos, como nunca estiveram, para ver das pequenas luminescências até aquilo que o mais denso negror anda a tentar esconder de mim.
Me felicito com o fato de que mesmo cheia de velhos conceitos ainda, tenho aprendido a receber os novos de peito aberto. E nesse tempo e ritmo, de passo lento, de criança que aprende a caminhar, sigo rumo a um ser que será melhor, menos cheio de tolas crenças e como diria Shakespeare, sem aquela vã filosofia tão comum...
Mas ainda não ouso dizer que sei de algo, apenas vislumbro o fim das crenças que arraigadas em mim, arranco a unha, como uma tatuagem profunda na carne, e com sangue, vontade e disciplina um dia chego a ser menos tola e mais sábia, mas nunca o bastante.