"Meu caro, olhe no fundo dos meus olhos,
Aceite o convite para partilhar meu mundo,
Entre de cabeça nesta aventura agridoce,
A mistura do real com a ficção.
A chance de ser aquilo que quiser.
Sinta o pulsar da vida em suas veias,
Beba da fonte até a embriaguez.
Se deixe levar pelo ritmo dos sentimentos.
Permita que sua chama acenda e brilhe,
Queime até sobrarem apenas cinzas.
E destas cinzas, pode se fazer o ser que você desejar.
Veja bem, meu bem, a beleza do mundo que te ofereço,
Se entregue, se liberte e se permita.
Perca o medo de mergulhar nesse oceano.
Caminhe comigo nestas terras inexploradas.
Vamos do topo ao abismo,
Se for preciso, crie asas ou ganhe guelras.
Observe tudo, veja as possibilidades, aprenda um pouco comigo.
Mas me ensine também e me ajude a ser forte.
E se por fim, estiver cansado disso, pode voltar para casa.
Venha de peito aberto, se minha oferta quiser aceitar,
Só entrar, a chave está nas suas mãos.
É a sua chance de conhecer o que apenas eu conheço.
Esteja certo que esta viagem vai mudar sua mente,
Só não esqueça de trancar a porta ao sair."
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Libertação.
"Sou um pássaro que muito viveu engaiolado,
Mas agora eu fujo, pela porta que esqueceste aberta.
Vou alçar vôo e me libertar destas barras.
Sentir com força o poder do ruflar destas asas.
Nunca mais vou cantar para ti ou esperar pelas migalhas que me davas.
Será difícil aprender a me cuidar,
Mas sou forte como um falcão.
E bela e delicada como um beija-flor.
Sou mais que canto e beleza,
Sou força e determinação também.
Nem sei porque me permiti por tanto tempo essa corrente,
Se nasci apenas para voar livremente.
Ainda não tenho pouso nem ninho,
Não sei para onde irei, muito menos meu caminho.
Tudo que sei até aqui, é que vou voar em fim.
Mas que certezas qualquer um tem?
Meu vôo está apenas no começo,
As folhas a farfalhar a minha volta,
Sinto o vento contra mim,
Mas apenas eu posso me parar.
Canto agora para quem não me aprisiona,
Fico agora, apenas onde quero.
Me libertei por descuido teu,
Me mantenho livre por vontade minha.
Mas a verdade é que nunca fui tua,
Pois fugi, e fugiria tanto quanto pudesse,
Apenas desconhecia o direito de voar,
Mas agora vou seguir enquanto anoitece.
Mantenho o coração aquecido,
A mente decide aquilo que vou fazer,
Talvez até que me perca,
Mas livre, certamente nunca deixarei de ser."
Mas agora eu fujo, pela porta que esqueceste aberta.
Vou alçar vôo e me libertar destas barras.
Sentir com força o poder do ruflar destas asas.
Nunca mais vou cantar para ti ou esperar pelas migalhas que me davas.
Será difícil aprender a me cuidar,
Mas sou forte como um falcão.
E bela e delicada como um beija-flor.
Sou mais que canto e beleza,
Sou força e determinação também.
Nem sei porque me permiti por tanto tempo essa corrente,
Se nasci apenas para voar livremente.
Ainda não tenho pouso nem ninho,
Não sei para onde irei, muito menos meu caminho.
Tudo que sei até aqui, é que vou voar em fim.
Mas que certezas qualquer um tem?
Meu vôo está apenas no começo,
As folhas a farfalhar a minha volta,
Sinto o vento contra mim,
Mas apenas eu posso me parar.
Canto agora para quem não me aprisiona,
Fico agora, apenas onde quero.
Me libertei por descuido teu,
Me mantenho livre por vontade minha.
Mas a verdade é que nunca fui tua,
Pois fugi, e fugiria tanto quanto pudesse,
Apenas desconhecia o direito de voar,
Mas agora vou seguir enquanto anoitece.
Mantenho o coração aquecido,
A mente decide aquilo que vou fazer,
Talvez até que me perca,
Mas livre, certamente nunca deixarei de ser."
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