sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Rumos novos.

Sei que não devo temer a mim mesma, ou você, talvez só o nós...
Nem mesmo a imensidão daquilo que cultivo nesse espaço tão ínfimo chamado coração.
Em águas tranquilas não se descobre quem é bom marinheiro,
Não sei como, nem mesmo se vou conseguir seguir até o cais.
Mas quero mesmo que seja em você meu porto seguro.

Vem aqui, me esquentar quando estiver frio.
Me ajuda a fechar as portas que alguém partiu e quebrou a fechadura.
Não dá para fingir que vai ser fácil ou até que é certo.
Mas independente da jornada, vale tudo pelo premio.
Só quero mesmo ser feliz, e quero isso com você lá.

Então deixa tudo ir, e me prende no teu mundo.
Vem aqui e vive no meu um pouquinho também.
Quero mais é seguir tentando achar o bem, que pensar encontrar o mal...
Só não me deixe à deriva e nem me roube a luz.
Enquanto navego aqui rumo ao novo mundo.

Vá quando precisar, mas nunca se esqueça de voltar.
Sou eu aqui, apenas eu.
E rumando sem saber ao certo, sigo até onde o vento me levar.
Enquanto o sol no horizonte caminha e vai...
E logo estaremos aportados no nosso lar.